Retalhos

"Entre o sono e o sonho, entre mim e o que em mim é quem eu me suponho, corre um rio sem fim."

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Sou um contentamento descontente

quinta-feira, novembro 16, 2006

Chuva



A chuva bate lenta na janela

Enquanto o silêncio arde.

As horas passam longe e devagar

Nos ponteiros compassados

Do meu coração.

O tempo abranda,

Enquanto a chuva apaga o silêncio

E o medo que há em mim.

7 Comments:

Blogger pensamentos_vagabundos said...

o silêncio
a chuva
a janela que ampara as gotas
sabe bem !nao sabe menina ds retalhos:)

16 novembro, 2006  
Blogger Bárbara Quaresma said...

Simplesmente belo...

16 novembro, 2006  
Blogger Cris said...

A chuva lava a alma, e com ela o medo que nos assombra.

Um bjo

cris

16 novembro, 2006  
Blogger Estranha pessoa esta said...

Tens medo do Sol... pelo aconchego da chuva?
..
Contrário?

:)*****

17 novembro, 2006  
Blogger .*.Magia.*. said...

Olá Bela...
Quando o silêncio arde, os sentimentos aquecem...nas cinzas fica o Amor, sim a Saudade também é Amor!

Olha, Bela, já respondi ao teu desafio das manias...descobri que sou maniaca, obrigada por me ajudares a descobrir...
eheheeh

Cheers

17 novembro, 2006  
Blogger Cris said...

Passo por aqui para deixar um beijinho e desejar Bom Wk.

Cris

17 novembro, 2006  
Anonymous Gangrel Justicar said...

Quão estranho ver que o silêncio arde em alguns, e que a chuva apaga este, quando para outros a chuva é benvinda distracção do constante murmurar dos seus próprios demónios...

Beijo

17 novembro, 2006  

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