Retalhos

"Entre o sono e o sonho, entre mim e o que em mim é quem eu me suponho, corre um rio sem fim."

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Sou um contentamento descontente

segunda-feira, setembro 25, 2006

Porque escrevo


Esta noite sinto-me a balançar na Lua...Aliás, este é o meu estado de alma mais recorrente: a balançar. No Sol, no Vento, nas Árvores. Neste momento, na Lua. Mas porque escrevo sobre isso?

Escrevo sem pretensões. Não escrevo emoções exacerbadas. O que escrevo é tudo o que tenho de verdadeiro em mim, é tudo o que sou, porque é tudo o que sinto...
Por isso escrevo. Parece-me a maneira mais plausível de mostrar que tudo o que penso é verdadeiro. As palavras ditas voam, as escritas ficam para sempre...através dos tempos...e um dia que eu desapareça deste mundo físico, ficará registado nestas palavras a minha essência...mesmo que muitas vezes me pareça estúpido o que escrevo. É que a dimensão dos meus sentimentos é tal que não encontro nada ( com certeza, nem mesmo estas palavras escritas que parecem já tão gastas!) com que possa realmente exprimi-los...

3 Comments:

Blogger pensamentos_vagabundos said...

por isso não pares,escreve sim:)
beijo vagabundo

25 setembro, 2006  
Anonymous Gabriela said...

Tens razão. Por isso ainda não escrevi no blog q já criei há meses. As palavras ficam pra sempre. Mesmo q sejam na mente de alguém, como uma ideia. Um dia destes ganho coragem...

26 setembro, 2006  
Blogger bettips said...

Ora vês? Aparece sempre alguém em sintonia, somos tantos e tão sós! Hoje venho dizer-te que não se escreve "porque" ... escreve-se "para", ti, mim, outros, ninguém. A palavra exercita-se, exercício de nervos/pensamento, perseverança, muitas vezes nada parece descrever o que se sente... E sim, se somos sinceros "inscrevemo-nos": nos sonhadores, nos poetas, nos práticos, nos melancólicos, nos cínicos, nos marginais de sonhos, nos que têm algo a transmitir aos outros. Sabemos logo distinguir a língua que falamos, os idênticos, a raça... Fica bem, linda!

26 setembro, 2006  

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